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sábado, 26 de fevereiro de 2011

A maldição de James Dean e seu Pequeno Bastardo


Para quem não conhece James Dean, ele é um ícone da cultura estadunidense, sempre representado as revoltas da juventude, ele também participou do famoso filme "Juventude Transviada". Porem a historia apenas começa com James Dean.

Em 30 de setembro de 1955, James Dean foi morto quando se dirigia para uma corrida, com seu Porsche 550 Spyder prata que ele chamava de Little Bastard (Pequeno Bastardo) quando foi atingido por um veículo que vinha na direção contrária. Um ano depois da batida de Dean, o carro se envolveu em mais dois acidentes fatais e feriu outras seis pessoas. Depois do acidente, o que sobrou do carro foi comprado pelo projetista de hot rod George Barris, o "Rei dos Customizáveis". (Barris, que desenhou o Batmóvel, foi quem personalizou o Little Bastard para James Dean.)

James Dean e seu Pequeno Bastardo
Enquanto estava sendo arrumado, o Pequeno Bastardo caiu sobre as pernas de um dos mecânicos e esmagou-as. Depois disso, Barris decidiu se livrar do carro maléfico: vendeu o motor e a transmissão do carro a dois médicos que participavam de corridas, e dois pneus para outra pessoa. Durante uma corrida, o carro que recebeu o motor saiu da pista e bateu numa árvore, matando o piloto. O carro que recebeu a transmissão travou e capotou várias vezes, deixando o outro médico-piloto gravemente ferido. A outra pessoa que comprou os pneus do Little Bastard foi parar no hospital, depois que os pneus explodiram simultaneamente, provocando um grave acidente.

Barris então decidiu emprestar o que restou do carro para a California Highway Patrol, que faria uma exposição sobre a importância da segurança no trânsito. Na véspera do evento, um incêndio atingiu o galpão de exposição e todos os carros foram destruídos, exceto - é claro - o Pequeno Bastardo, que sobreviveu sem nenhum arranhão além dos que já tinha. Quando o carro foi colocado em exibição em Sacramento, caiu do display e quebrou o quadril de um adolescente que estava lá. O carro foi colocado dentro de um caminhão para ser levado de volta a Salinas, na Califórnia. O motorista perdeu o controle do caminhão no caminho, foi jogado para fora da cabine e esmagado pelo carro quando este caiu da carroceria.

Em 1960, depois de ser exibido em Miami, os restos do carro maldito desapareceram a caminho de Los Angeles. O Little Bastard nunca mais foi visto depois disso.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Deep Purple

Album lançado após a reunião da formação mais clássica do Deep Purple - MK II.

Capa do Album “The Battle Rages On” de 1993

Hoje vamos falar sobre uma das bandas do hard rock que certamente marcou época: a banda inglesa Deep Purple, que tem muitas canções famosas e conhecidas, dentre elas Smoke on The Water, Might Just Take Your Life, Hush, Hey Joe, Perfect Strangers, Black Night, Highway Star, Burn, Child In Time, dentre várias outras.

O nome da banda veio da música predileta da avó do guitarrista Ritchie Blackmore, e a banda lançou seu primeiro álbum em Setembro de 1968 (mesmo mês da formação do Led Zeppelin) – Shades of Deep Purple, que continha regravações de algumas músicas já conhecidas como Help dos Beatles, e a citada anteriormente Hey Joe, de autoria incerta. O sucesso deste primeiro álbum foi tamanho (principalmente devido a faixa Hush) que em dezembro do mesmo ano a banda lançava o segundo disco: The Book of Taliesyn, e acompanharam o Cream de Eric Clapton e companhia em uma turnê pela América. Uma das descobertas do grupo em relação ao seu sucesso é que o nome da banda também era o nome de uma droga que era conhecida principalmente nos Estados Unidos, sendo feita esta associação pelos norte-americanos então.

Em 1969, Blackmore e Jon Lord (então tecladista) estavam preocupados com o futuro da música do Deep Purple. Eles queriam iniciar experimentos com mais efeitos tanto como no teclado quanto na guitarra, mas parecia que o então vocalista, Rod Evans, não acompanharia estas mudanças. Foi aí que entrou Ian Gillan, o mais duradouro dos quatro vocalistas que fizeram parte do Purple durante suas várias formações – além de Evans e do próprio Gillan, ainda temos David Coverdale – que em 1977 fundou o Whitesnake – e Joe Lynn Turner. Das oito formações diferentes do Deep Purple, Ian Gillan esteve presente em 4 delas mais a formação atual, em segundo Coverdale com duas e Evans e Turner com uma cada.

Voltando ao assunto, Ian Gillan entrou para o Deep Purple após uma apresentação que fez e que foi assistida por Blackmore e Lord. Após fazerem um teste com Gillan, a banda passou a ter, digamos, dupla personalidade. Durante o dia tocava com a sua formação original (que era composta por Blackmore, Lord, Evans, Nick Simper – Baixista e Ian Paice – Baterista) e a noite com a segunda formação (que no lugar de Evans e Simper tinha Gillan e Roger Glover – Baixista que era amigo de Gillan e que foi convidado para o tal teste), porém sem que os elementos da primeira formação soubessem da real situação.

A nova formação do Deep Purple talvez tenha sido a que mais ficou conhecida e famosa. No dia 24 de Setembro de 1969, a banda tocou pela primeira vez Child In Time que mostrou a nova face da segunda fase. O primeiro álbum desta formação, o Deep Purple In Rock, foi lançado em Abril de 1970. Este álbum além de ter Child In Time, ainda possuía Black Night em algumas versões, outra música muito conhecida da banda. Vendeu estimadamente algo em torno de 600.000 cópias. 500.000 só nos Estados Unidos.

O segundo álbum da formação Mk II, o Fireball, lançado em Julho de 1971 nos Estados Unidos e no Canada e em Setembro do mesmo ano na Inglaterra e no resto da Europa. Este novo álbum, além de mostrar um Purple mais definido e experimental, introduziu os duelos de voz e guitarra de Gillan e Blackmore – como se vê em versões de Strange Kind of Woman. Só nos EUA vendeu mais de 500.000 cópias.

O próximo disco do Deep Purple talvez é o que tem a história mais pitoresca. A começar pelo fato de que os integrantes queriam gravar um disco baseado em improvisações de palco, sem trabalhar com tanta técnica em cima das faixas. Highway Star e Lazy são resultado disto. Em Dezembro de 1971, a banda encontrou o lugar perfeito para gravar o disco: Montreux, Suíça. O local mais apropriado seria um cassino que existia lá. Porém, o palco ainda não podia ser usado pelo Purple – havia uma apresentação de Frank Zappa para ser terminada e então eles resolveram ir assistir ao show. Mas, lá pelas tantas, alguém colocou fogo no local (hum, acho que sei de que música está falando). Impressionantemente, a calma para sair do local era tanta que Glover afirma ter tido tempo de poder dar uma olhada no sintetizador que Zappa estava usando na ocasião.

O Purple então foi levado até o Grande Hotel de Montreux (que ficava fechado durante o inverno). Eles então colocaram a unidade móvel de gravação dos Rolling Stones do lado de fora do Hotel e foram puxando fios, cabos e toda a parafernália para dentro do hotel, onde foram gravadas as músicas do album Machine Head.

Sobre a faixa, nem precisava dizer que se trata de Smoke On The Water, que traz na letra a narrativa completa dos acontecimentos. Acontece que Blackmore havia criado um riff que ainda não tinha sido usado em nenhuma música. Eles estavam reunidos num bar, e Glover escreveu o nome então num guardanapo, fazendo uma referencia a uma fotografia que tinha saído no jornal local – Fumaça Sobre A Água, em português – e ficou decidido que a letra seria sobre os acontecimentos daquele dia. Gillan até chegou a dizer para Glover: "não vai rolar; parece nome de música sobre drogas, mas nós somos uma banda que bebe".

Em 1972 a fase dois do Deep Purple começou a se diluir. A banda gravou Made In Japan e Who Do We Think We Are. Porém, as coisas começaram a ficar pretas, e a relação entre Blackmore e Gillan já não era das melhores. Resultado: Gillan pediu a demissão da banda e deu o prazo até 73 para os empresários decidirem o que seria feito. A coisa foi andando para trás na segunda viagem ao Japão, quando, depois da apresentação (que teve direito aos parabéns para você no teclado – era aniversário de Paice), Gillan disse que aquele era o último show da banda – e não cantou um verso da Smoke On The Water – “no matter what we get out of this” – não importa o que nos possamos tirar disso – dando a entender que não tinha mais o que se fazer no Deep Purple.

A fase mk. III do Deep Purple começou a ser organizada em 1973. Primeiramente, Blackmore e Lord conseguiram trazer o contrabaixista Glenn Hughes, que atuava no Trapeze. Além de tocar baixo, Hughes ainda cantava, mas, a banda estava decidida a ter dois vocalistas e então decidiu recrutar um vocalista. Segundo o que se conta, o Deep Purple recebia muitas fitas e anúncios de gente querendo participar da banda, até que um dia eles viram a fita de um certo David Coverdale, e, após um teste (que durou seis horas, por volta de Agosto) com algumas músicas, resolveram que ele seria o novo vocalista. Coverdale tinha então 21 anos, era meio gordo e não tinha muitos aspectos para ser o vocalista de uma banda como o Purple. Mas, como diz Tex Willer, não há mal sem remédio, e os empresários da banda trataram de resolver isso: Coverdale tomou alguns medicamentos para melhorar sua aparência.

No dia 9 de Setembro, a banda reuniu-se no castelo de Clearwell por duas semanas, com a finalidade de compor novo material. Coverdale escreveu quatro versões diferentes da música Burn – um grande sucesso do Purple. A gravação foi feita em Montreux novamente, com a mesma unidade móvel de gravação, porém, o álbum de mesmo nome da música citada acima foi lançado só em 74. A nova formação tinha novos métodos de música, mas ainda sim era o Deep Purple que tocava. As atuações dos dois vocais e da guitarra veloz e técnica de Blackmore mostram muito disso.

Ainda em 74, o Deep Purple liderou junto com o Black Sabbath o show California Jam – os vídeos são deste show. Blackmore na ocasião estava meio mau humorado por ter que começar a tocar antes de escurecer e ainda mais cheio de câmeras ao seu redor, resultou na atuação explosiva da banda: O guitarrista gerou 8 mil dólares de prejuízo, dentre amplificadores, guitarras e uma câmera, todos inutilizados. Você pode acompanhar isso em um dos vídeos deste post.

Esta formação durou pouco mais de um ano. Blackmore seria o próximo a cair fora, em 75. Ele já tinha até uma banda pronta para atuar, o Rainbow, e o restante do Purple agora tinha um abacaxi para descascar: Precisava-se de um guitarrista que fosse tão bom e competente quanto Blackmore, e que pudesse ter o mesmo senso criativo que ele.

Aí, com a entrada do primeiro norte americano na banda, Tommy Bolin, para ser guitarrista, foi o começo do fim do Deep Purple. A situação desandou de tal forma que em certos shows, Bolin estava tão drogado que não conseguia tocar, devido ao fato de estar com os braços amortecidos de tanta droga. Já era o segundo guitarrista que ele substituia, mas parece que ele não sabia lidar com isso. Apenas um álbum foi gravado – Come Taste the Band, que até vendeu bem, sendo o único registro de estúdio do guitarrista.

Em Liverpool, 5 de Março de 1976, o Deep Purple estava acabado: Ao final do Show, Coverdale foi falar com Lord que não tinha mais como continuar um Deep Purple, sendo rebatido pelo tecladista que disse que não havia mais um Deep Purple para continuar. Tommy Bolin morreu após uma apresentação, de overdose, alguns meses depois. O Deep Purple ficou estacionado por 8 anos.

Mas, em 1984, uma coisa memorável aconteceria: Era anunciada a reunião do Deep Purple com a sua formação de mais sucesso, a mk.II. O primeiro álbum a ser lançado foi o Perfect Strangers, seguido pelo Nobody Perfect (ao vivo) e The House of The Blue Light – este último não tendo agradado muito. Aí Gillan saiu de novo, e Joe Lynn Turner (que inclusive era pra ter feito uma apresentação aqui em Pato Branco há alguns meses) entrou de vocal – Ele participou do primeiro show do Deep Purple no Brasil. O album The Battle Rages On começou a ser escrito com a sua participação, mas ele foi mandado embora para que Gillan retornasse.

Aí em 1993 o album é lançado e Blackmore vai sair de novo, devido ter desavenças freqüentes com o resto da banda. Aí entrou o conhecido Joe Satriani, mas só para dizer que o Deep Purple não estava sem guitarrista (mais uma vez). Ele saiu dias depois e em seu lugar, entrou Steve Morse, que permanece até hoje. Com a nova formação, é lançado Purpendicularz que retornou com a grande presença dos duelos de guitarra e teclado e mais tarde o Abandon – em 1998. Jon Lord decide sair por causa da sua idade, e Don Airey entra no seu lugar. Don Airey já havia tocado teclado em várias bandas de hard rock – dentre elas o Rainbow (do Blackmore) e o Whitesnake (do Coverdale). Os dois últimos álbuns do Purple foram Bananas em 2003 e Rapture of the Deep em 2005.

 

 Burn – California Jam – 6 de Abril de 1974

Blackmore tinha o costume de testar a resistência e a aerodinâmica das Stratocaster…ao vivo!

O Deep Purple se reuniu já nove vezes no Brasil. A ultima vez foi ano passado, entre os dias dois e sete de março, que passou em Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC) e São Paulo (SP). Essa é a história do Deep Purple, uma das bandas que mais influencia o rock and roll, o hard rock e o heavy metal (que prestam) até hoje.

domingo, 4 de julho de 2010

História do Rock - Parte 1

Bem, o rock começou a tomar forma no final da década de 40 e no começo da década de 50, o que antes era blues, jazz e ate mesmo country começou a ter um som mais rápido, mais dançante, mais forte. As bandas de rock ganharam um som mais pesado na guitarra, baixo e bateria, o vocal era mais gritado, e em algumas bandas tinham um órgão eletrônico ou piano.

Há uma discussão entre qual tenha sido a primeira musica de rock lançada, mas a que é considerada hoje é “Rocket 88”, creditada a Jackie Brenston e os Delta Cats, mas gravada por Ike Turner e sua banda The Kings of Rhythm.

Rocket 88

Outras bandas que também fizeram sucesso na década de 50 foram Chuck Berry, Bo Diddley, Fats Domino, Little Richard, Jerry Lee Lewis e Gene Vincent, Elvis Presley, Link Wray e muitos outros.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Ozzy Osbourne: A Estátua de Cera Viva

John “Ozzy” Osbourne, 61 anos de idade, certamente tem muitas histórias para contar. O primeiro e mais influente vocalista do Black Sabbath, já comeu até morcego em um show, já cantou com um balde na cabeça em 99 quando foi gravado o DVD The Last Supper (Com dois “pês” mesmo), dentre outras façanhas que só ele, considerado por muitos o melhor vocalista de rock que já existiu, poderia fazer.

Mas, ontem, dia 27 de Maio de 2010, Ozzy mais uma vez adicionou uma história à sua história. Para promover o novo álbum que será lançado no próximo dia 22, The Scream, ele foi até um museu de cera em Nova York, o Madame Tussaud e se fingiu de boneco de cera. Aí você já imagina no que deu: Muitos sustos e risos. Imagine você na situação: “Caramba! Uma estatua de cera do Ozzy, que massa! (Pede pra alguém tirar uma foto) Hey, you, can take a picture for me, please? – Oh, of course. Give me de Cam.” Aí você senta do lado da estátua e de repente ela se vira pra você e “AHHHH!” ou senão um simples e simpático “Hello!” de uma estátua. Confira abaixo a gravação:

Como ele mesmo disse, Let Me Hear You Scream

“The Scream” é o 10° álbum de Ozzy depois que ele saiu do Black Sabbath, para dar lugar à Ronnie James Dio (Esse que faleceu há alguns dias). Seu último trabalho foi o álbum Black Rain de 2007. Agora, lhe pergunto: Existe alguma forma mais assustadora e eficiente de se divulgar um álbum de música?

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Paul Gilbert – Technical Difficulties

Paul Brandon Gilbert, estadunidense, nascido em 1966 é um conhecido guitarrista da atualidade. Ele tocou na década de 80 no Racer X e depois do Mr. Big até 1996. Gilbert ganhou uma guitarra e um amplificador quando era pequeno, e daí surgiu seu interesse pelos gêneros do rock. A partir daí ele já começou a ouvir bandas como Aerosmith, Kiss, Black Sabbath, Heart e Led Zeppelin.

O que realmente influenciou seu estilo musical foram duas bandas: Van Halen (dispensa apresentações) e Ozzy Osbourne com Randy Rhoads como seu guitarrista.

Então, ontem, aqui estava eu à ouvir Deep Purple umas dez da noite quando o Thiago, um grande amigo de toda a equipe do Blog me passou um vídeo do Paul Gilbert, aí resolvi assistir. Bom, confiram vocês também:

 Paul Gilbert – Technical Difficulties

terça-feira, 27 de abril de 2010

Jambalaya

Na terra do tio Sam "Jambalaya" pode ter três significados: pode ser uma comida típica do estado de Louisiana, pode também ser uma corrida de cavalos canadense ou ainda uma música country.

Hoje vou falar da música. Ela foi gravada por Hank William, um cantor country americano, lançada em 1952, e ganhando vários prêmios. Ela foi regravada varias vezes por muitos artistas e bandas.

Ai vai a música original:



Esta é a que eu mais gosto, o bom e velho country rock do Creedence



Bom, e agora, um clássico brasileiro, uma reinterpretação do clássico Jambalaya, com vocês, Sandy & Junior!!!


domingo, 25 de abril de 2010

Animais Estranhos

Algumas fotos de animais estranhos:
Algo incrível são as tartarugas gigantes, elas chegam a pesar 300 Kg, veja algumas imagens:
Veja agora alguns vídeos de alguns insetos estranhos:
Caso esteja afim de assistir mais vídeos, existe um canal no You Tube, o canal do usuário aquabeetles, que contém vários vídeos com insetos bizarros.

sábado, 24 de abril de 2010

Telescópio Hubble completa 20 anos

O Telescópio Espacial Hubble é um satélite artificial não tripulado que transporta um grande telescópio para a luz visível e infravermelha. Foi lançado pela NASA em 24 de abril de 1990, a bordo do Ônibus espacial Discovery (missão STS-31). Este telescópio já recebeu três visitas espaciais da NASA para a manutenção e para a substituição de equipamentos obsoletos ou inoperantes. O nome Hubble foi dado em homenagem ao astrônomo norte-americano Edwin Powell Hubble (1889 -1953). O Hubble está em uma órbita baixa, a 600 km da superfície da Terra e gasta apenas 95 minutos para dar uma volta completa em torno de nosso planeta. A energia necessária para o seu funcionamento é coletada por 2 painéis solares de 2,4 x 12,1 metros cada. A sua massa é de 11.600 kg.

Os telescópios terrestres são construídos em locais altos, pois toda informação que obtemosde um astro esta na luz que vem deles, por causa da luz gerada das cidades, informações acabam sendo apagadas, mesmo assim, bons resultados dependem das condições atmosféricas extremamente adequadas à observação. Esses resultados são capazes de permitir a uma pessoa enxergar uma bola de futebol a 51,5 km de distância.
Como o Hubble esta fora da atmosfera, a resolução é cerca de 10 vezes melhor e com a ajuda de técnicas de reduções fotográficas feitas por computador o resultado fica ainda melhor. Esses resultados são capazes de permitir a uma pessoa distinguir separadamente objetos brilhantes em até menos de dois metros de distância um do outro, como os dois faróis de um carro que estivesse na Lua.

As dez imagens mais belas obtidas pelo telescópio Hubble:
Galáxia Espiral NGC 628
Uma das mais belas imagens captadas pelo telescópio Hubble é sem dúvida a da galáxia em espiral NGC 628, também conhecida como M74.
Descoberta em 1780 pelo astrônomo Pierre Méchain, M74 está localizada a 32 milhões de anos-luz na direção da constelação de Peixes e é formada por aproximadamente 100 bilhões de estrelas, sendo ligeiramente menor que a Via-Láctea.
Em março de 2005, cientistas anunciaram a existência de um possível buraco negro de massa 10 mil vezes maior que nosso Sol em seu interior. Apesar de existirem diversas imagens dessa galáxia, a cena captada pelo Hubble é uma das mais belas e detalhadas.
O Balé Celestial ARP 87
Registrada pelo telescópio Hubble em fevereiro de 2007, a cena ao lado mostra uma intrincada e maravilhosa coreografia espacial executada pelo par de galáxias ARP 87, distantes a mais de 300 milhões de anos-luz, na constelação de Leão.
Estrelas, gás e poeira proveniente da grande galáxia espiral NGC 3808, à direita, parecem formar um gigantesco braço celestial que envolve por completo sua companheira menor, NGC 3808A, à esquerda. A colossal força gravitacional envolvida é nítida e distorce até mesmo o típico formato das galáxias. 
A partir das imagens feitas pelo Hubble, os cientistas descobriram que ARP 87 contém um número maior de clusters de super estrelas - regiões mais compactas e ricas em estrela jovens - do que os encontrados em nossas galáxias vizinhas.
Cicatrizes do cometa Shoemaker-Levy em Júpiter
Entre os dias 16 e 22 de julho de 1994, mais de 20 fragmentos do cometa Shoemaker-Levy 9 colidiram com o planeta Júpiter. O violento impacto foi acompanhado por centenas de observadores ao redor do mundo e diversas imagens foram registradas, tanto por astrônomos amadores como profissionais, mas nenhuma se compara a esta, feita pelo telescópio Hubble.
A imagem apresenta nitidez impressionante e revela as enormes cicatrizes deixadas pelos impactos do cometa sobre o hemisfério sul do gigante gasoso. Os impactos resultaram em diversas cicatrizes negras na atmosfera joviana, além de elevarem colunas de gás a milhares de quilômetros de altitude e formarem bolhas de gás de centenas de graus Celsius.
Estima-se que os fragmentos tinham aproximadamente 2 quilômetros de diâmetro e atingiram o planeta a 60 km/seg.

Berçário de Estrelas NGC 604
Provavelmente uma das mais belas imagens espaciais, NGC 604 é uma nebulosa de grandes dimensões, repleta de estrelas em formação. Medindo aproximadamente 1500 anos-luz de comprimento, NGC 604 é uma verdadeira maternidade de estrelas, cem vezes maior que a nebulosa de Órion M42.
Descoberta em 1784 por William Herschel, a nebulosa abriga em seu interior mais de 300 estrelas quentes com massa 15 a 60 vezes maiores que nosso Sol e se localiza a 2.7 milhões de anos-luz da Terra, na borda da galáxia espiral M33, direção da constelação do Triângulo.
A cena apresentada foi registrada em janeiro de 1995 através da Câmera Planetária de Campo Largo. Foram realizadas diversas exposições em diversos comprimentos de onda, com o propósito de estudar as propriedades dos gases ionizados que atingem mais de 10 mil graus Celsius. O estudo dessas imagens permitiu aos cientistas esclarecerem os diversos pontos referentes à formação e evolução do meio interestelar.
Saturno e seus anéis maravilhosos
Quem olha o planeta Saturno pela primeira vez ao telescópio, facilmente se encanta. Saturno se parece com uma delicada miniatura planetária, com pequenos anéis que mais parecem uma pequena jóia feita por um artista. Mas ao olharmos a foto feita pelo telescópio espacial Hubble o belo planeta gasoso deixa de ser uma miniatura admirável para se tornar um gigante imponente.
Saturno é o sexto planeta do Sistema Solar e o segundo maior em tamanho. Seu gigantesco sistema de anéis tem aproximadamente 274 mil quilômetros de diâmetro, mas sua espessura não passa de 1.5 quilômetro.
A cena captada pelo telescópio Hubble é uma das mais belas já feitas dos planetas do Sistema Solar e a riqueza de detalhes dá a impressão de que a cena não é apenas uma foto, mas uma pintura feita para admirar.

Ecos de Luz de V838 Monocerotis
V838 Monocerotis é uma gigantesca estrela variável localizada a mais de 20 mil anos-luz da Terra na constelação do Unicórnio, ou Monoceros. Em outubro de 2002 os cientistas testemunharam um forte e repentino aumento em seu brilho, que transformou a estrela no objeto mais luminoso da Galáxia. Os eventos registrados foram únicos, com surgimentos de intensos picos luminosos com velocidade de expansão incomum, seguido de súbitos apagões.
No início os pesquisadores pensaram que o aumento de brilho era o resultado de uma explosão comum de uma estrela em estado de supernova, mas hoje praticamente todos concordam que o evento foi totalmente diferente, com algumas teorias apontando para a fusão de duas estrelas ou até mesmo que V838 Monocerotis tenha engolido os planetas gigantes que a orbitavam.
A imagem captada pelo telescópio espacial Hubble mostra com clareza os ecos da explosão. Na cena a luz é refletida pela poeira estelar, emoldurada por espirais e redemoinhos provocados por poderosos campos magnéticos.
Pilares da Criação
Provavelmente essa seja a mais impressionante imagem captada pelo telescópio espacial Hubble. A cena retrata parte da Nebulosa da Águia, M16, e basta olhar para ela para entender porque recebeu o nome de Pilares da Criação. Um simples olhar é o suficiente para impressionar até mesmo os mais leigos.
A foto retrata gigantescas estruturas em forma de colunas formadas por hidrogênio interestelar e poeira, responsáveis pelo nascimento das novas estrelas do Universo.
Registrados em 1995, os três pilares de poeira cósmica constituem a imagem mais emblemática captada pelo Telescópio Hubble, mas os pesquisadores acreditam que o ícone não exista mais. Uma violenta explosão de uma supernova, ocorrido há 8 mil anos, emitiu uma poderosa onda de choque que provavelmente desmoronou os pilares. A violenta explosão chegou à Terra há 2 mil anos e possivelmente foi vista pelos habitantes daquela época como um forte clarão naquela região do céu.
Nebulosa do Caranguejo - Restos de uma explosão
Um dos objetos mais observados pelos astrônomos, amadores ou profissionais, é sem dúvida a Nebulosa do Caranguejo, formada dos restos de uma supernova e localizada a 6500 anos-luz na constelação de Touro. A nebulosa foi observada pela primeira vez em 1731 pelo astrônomo John Bev e tem um diâmetro de 11 anos-luz, que se expande a 1500 quilômetros por segundo.
No centro da nebulosa se encontra o Pulsar do Caranguejo, uma pequena estrela rotatória de nêutrons que emite feixes eletromagnéticos a razão de 30.2 pulsos por segundo, que se propagam desde os raios gamma até o espectro de radiofrequência. Estima-se que seu diâmetro atual seja de apenas 30 quilômetros.
Foi a Pulsar do Caranguejo que explodiu e se transformou em uma supernova. O evento foi observado por astrônomos árabes e chineses no ano de 1054, que relataram que o brilho era tão intenso que podia ser visto até mesmo durante o dia.
A maravilhosa Galáxia do Sombrero
Outro objeto muito "caçado" pelos observadores noturnos é a famosa galáxia do Sombrero, aqui retratada em grande estilo pelo telescópio espacial Hubble. Olhando a imagem nem é necessário dizer por a galáxia recebeu esse nome.
Distante cerca de 30 milhões de anos-luz da Terra na direção da constelação de Virgem, a galáxia do Sombrero, ou M104, é formada por um proeminente disco de partículas e gás e uma gigantesca e brilhante protuberância central.
Em 1990, utilizando imagens do Telescópio Hubble, um grupo de pesquisadores demonstrou que era impossível manter a velocidade de rotação das estrelas em sua área central, a menos que uma gigantesca massa 1 bilhão maior que o Sol estivesse presente em seu centro, concluindo então pela existência de um dos maiores buracos negros já descobertos.
Campo Ultra Profundo
A primeira vista a imagem ao lado se parece com uma montagem, onde se vê diversas galáxias, estrelas e objetos distantes. Mas a cena é bem mais que isso. Ela retrata uma pequena região na constelação Fornax e é a mais profunda imagem do Universo jamais visto no espectro visível. A cena contém aproximadamente 10 mil galáxias vistas em um espaço de apenas um décimo daquele ocupado pela Lua Cheia.
A cena levou quatro meses para ser feita, entre setembro de 2003 e janeiro de 2004, e mostra objetos localizados há mais de 13 bilhões de anos-luz. O objeto mais tênue registrado na imagem tem menos de 4 bilionésimos do brilho que podemos ver com nossos olhos e representam as primeiras estrelas criadas no Universo.

LINKS

quarta-feira, 14 de abril de 2010

100 pessoas que marcaram na história!

Uma pintura das 100 pessoas que marcaram história em nosso planeta, confira abaixo e veja quais você reconhece:
Poste um comentário com as pessoas que você reconheceu de acordo com os números abaixo:

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Guri de Uruguaiana

GJair Kobe, mais conhecido como Guri de Uruguaiana é um humorista gaúcho, que por sinal é "tri-legal". Ele tem algumas remontagens de músicas famosas no Youtube, que contem o ritmo da música original, mas com a letra de uma música gaúcha, "Canto Alegretense".
Ai vai suas duas melhores montagens e a música gaúcha original.



Música Gaúcha Original




Thriller - Michael Jackson



Help - The Beatles

terça-feira, 30 de março de 2010

Conversão Mal sucedida

Durante a conversão de .pdf para imagem .png, notei que estava demorando mais que o normal...
CONVERSÃO MAL SUCEDIDA!
Por outro lado, você já viu algum arquivo de imagem com 52,7 MB? Fiquei imaginando se um telescópio poderia tirar uma imagem com 15782 x 10998 (largura x altura)?

Fui buscar a maior imagem do mundo - achando que entrei pro GWR (Guinness World Records) -, peguei informações sobre a imagem:
A foto foi feita com a Canon 5D Mark II e uma lente de 400 milímetros. A imagem final é composta de 1 665 fotos de 21,4 megapixels, fotografadas com a ajuda de um robô em um tempo de 172 minutos. Totalizando, as imagens resultaram em 102 GB de dados, que então, foram convertidos por um computador com 48 GB de memória RAM e 16 processadores, que levaram 94 horas para criar a maior imagem digital do mundo, com uma resolução de 297500 x 87500 pixel (gigapixel 26). Confirmado até Dezembro de 2009.
Veja abaixo uma miniatura da imagem: 
Caso você clique na imagem ela vai ficar ainda maior, porém confira no site oficial e veja o quão grande a imagem é, e o que foi flagrado: http://www.dresden-26-gigapixels.com/dresden26GP

terça-feira, 2 de março de 2010

It Might Get Loud

Poster de It Might Get Loud Pôster da Produção

O filme-documentário It Might Get Loud – no Brasil A Todo Volume – é uma produção lançada em Agosto de 2009 e reúne três grandes e conhecidos guitarristas do Rock: Jimmy Page (Do Led Zeppelin), Jack White (Do The White Stripes) e The Edge (Do U2). Com quase uma hora e quarenta de duração, este vídeo mostra a história de cada um dos três, como eles chegaram ao mundo da música e quais foram os pontos mais decisivos na carreira deles.

Além disso, a melhor parte é ver todos reunidos em um grande galpão tocando músicas que um vai passando para o outro. É interessante notar a forma de cada um dos três tocar, bem como o estilo e o gosto musical destes guitarristas e compositores musicais. O documentário também mostra qual foi a primeira guitarra que eles tiveram, bem como no inicio é interessante notar as observações que são feitas sobre o instrumento em si, fica bem visível o que a guitarra significa para esses homens.

Jack White, The Edge e Jimmy Page

Da esquerda para a direita: Jack White, The Edge e Jimmy Page

Dirigido por Davis Guggenhein e tendo a colaboração de Page na produção, este é um excelente filme-documentário para quem gosta de música, e principalmente de Blues e Rock – e muito mais que isso, com certeza.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Skid Row

Vamos falar um pouco sobre Skid Row. Pra começar esse nome não foram eles que inventaram, foi comprado de uma banda irlandesa, que surgiu em 1967, que tinha como um de seus integrantes Gary Moore, que fez parte da banda Thin Lizzy (falaremos dela outro dia). E assim em 1986 foi comprado o nome por mais o menos 35 mil dólares, e assim surgia um novo Skid Row, com Scotti Hill e Dave Sabo na guitarra, Rachel Bolan no baixo, Sebastian nos vocais e Rob Affuso na bateria.
No começo de sua carreira eles tiveram uma grande ajuda de Bon Jovi, que conseguiu arranjar um contrato para gravação de seu primeiro álbum. A partir dai sua fama só aumentou. Ao longo dos anos lançaram vários sucessos como: 18 And Life, I Remember You, Slave To The Grind, Monkey Business, Quicksand Jesus, In A Darkned Room, Wasted Time, entre outras.

Seu fim veio em 1996, com a saída de Sebastian, após uma turnê pela America do Sul, onde receberam muitas vaias em um show aqui no Brasil.

Apesar de tudo isso Skid Row, é banda que com certeza não saiu da memória de quem conheceu, é so ver um pedaço do show deles e vocês verão que é verdade.



Slave To The Grind


Monkey Business

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Treo – O Cachorro Condecorado

Treo com o Sargento Dave Heyhoe

Hoje enquanto estava no inicio de mais uma aula do curso de programação, estava vendo algumas notícias quando vi algo como “Cachorro É Condecorado na Grã-Bretanha” – não pude deixar de abrir. Após ler, resolvi postar aqui no blog sobre esse Labrador que recebeu esta medalha por uma ação que certamente salvou vidas no Afeganistão.

Treo encontrou uma cadeia de bombas conectadas utilizando vários explosivos. Foi este ato que lhe rendeu a Dickin Medal – uma condecoração criada no ano de 1943 por Maria Dickin. Maria foi a pioneira do que nos convém chamar de “Direito dos Animais”, e também fundou a PDSA – People’s Dispensary foi Sick Animals – na Inglaterra no ano de 1917. Essa instituição é mais ou menos uma “veterinária publica”.

A 'Dickin Medal'

Voltando ao assunto, Treo foi treinado por 5 anos pelo Sargento Dave Heyhoe. Ele também esteve presente na cerimônia de entrega da medalha ao seu amigo canino, que aconteceu no Museu de Guerra em Londres. Heyhoe disse sobre seu cão que “Todo mundo diz que ele é somente um cão que faz serviço militar. Sim, ele é, mas ele também é um grande amigo meu. Nós cuidamos um do outro”. Agora aposentado, Treo vive como um cachorro de estimação de uma família inglesa. Ele foi um dos 25 cachorros à serviço do Exército Britânico no Afeganistão.

A título de curiosidade, já foram registradas várias condecorações à animais. Sessenta e três animais já a receberam. Foram 26 cães, 32 Pombos-Correio, 3 cavalos e um gato. Vale lembrar que a Dickin Medal é equivalente a Victoria Cross, que é nada mais nada menos que a mais alta condecoração para os militares britânicos.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Perfume mais caro do Mundo!

O perfume mais caro do mundo é o Clive Christian Imperial Majesty, para você ter os 473 ml da mais cara fragância lhe sairia por uns 220 mil dólares, ou seja quase meio bilhão de reais. Só existem 10 frascos no mundo, um deles está a venta na  mas já existem expectativas de 2000 frascos por ano (1000 para homens e mulheres).
O frasco é revestido por cristal Baccarat, encrustado com um diamante branco de 5 k, e com um colar de ouro de 19k.
Veja uma imagem do perfume mais caro do mundo:


quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Blue Öyster Cult


Ai vai uma banda das antigas e muito boa também. Eles são dos Estados Unidos, e surgiram no final da década de 60. Apesar de serem bons no que faziam nunca tiveram muita venda e publico, o seu primeiro sucesso só veio a surgir em 1976, com "Don't Fear The Reaper", e em 1981, a sua musica de mais sucesso "Burning For You".
A banda era composta por Les Bronstein (vocal), Donald Roeser (guitarra), Alan Lanier (teclados), Andy Winters (baixo), Albert Bouchard (bateria).



Don't Fear The Reaper

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Quem Compôs as Músicas de Guerra nas Estrelas?

JohnWilliams

Uma das coisas mais marcantes da saga de Star Wars sem dúvida é a trilha sonora, e dentro dela, são duas músicas que chamam muito atenção: A Marcha Imperial (The Imperial March) – o tema referente à Darth Vader e a outra é aquela que toca no começo, quando aparece a história rolando na tela.

Aí eu me perguntei, quem compôs estas músicas? Resolvi procurar um pouco, e rapidamente encontrei que o compositor das trilhas sonoras de todos os episódios de Star Wars, desde o lançamento do episódio IV (Uma Nova Esperança) até o ultimo a ser lançado, em 2005, o episódio III (A Vingança dos Sith), é o mesmo. O nome é John Williams.

Antes de entrar em detalhes, você provavelmente deve estar achando que é só estas duas músicas que tocam o filme todo. Mas vale lembrar que todos os outros trechos e as outras músicas foram de sua composição também.

Ao que parece, John Williams, maestro e compositor, norte-americano de Nova York, nascido em 1932, tem uma grande ficha envolvendo trilha sonora de filmes. Muitos deles você já ouviu falar: O Resgate do Soldado Ryan, Harry Potter (E a Pedra Filosofal, E a Câmara Secreta, E o Prisioneiro de Azkaban); A Lista de Schindler, Jurassic Park, além dos temas de Indiana Jones, Superman, A Batalha de Midway, Esqueceram de Mim(1 e 2), A.I. – Inteligência Artificial, Minority Report – A Nova Lei, dentre outros.

Apenas Walt Disney tem mais indicações à prêmios que Williams, que está com 77 anos de Idade. Premiado varias vezes, seu estilo de música é muito característico, e é isso que se percebe enquanto se ouve as músicas de sua autoria, como a Marcha Imperial.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Mike do Mosqueiro canta em Inglês

Cara canta super bem, tem que mais é que divulgar o trabalho desse cara que toca e canta em uma quiosque no nordeste brasileiro! Parabéns Mike!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Gogol Bordello


Bem, Gogol Bordello é uma banda sem explicação. A banda nasceu em Nova York, em 1999, e ela tem pessoas de todo o canto do mundo:
- Eugene Hütz (voz, violão, percussão) - Ucrânia
- Sergey Ryabtsev (violino, vocal de apoio) - Rússia
- Yuri Lemeshev (acordeão, vocal de apoio) - Rússia
- Oren Kaplan (guitarra, vocal de apoio) - Israel
- Thomas Gobena (baixo vocal de apoio) - Etiópia
- Eliot Ferguson (bateria, vocal de apoio) – Flórida (EUA)
- Pamela Jintana Racine (percussão, vocal de apoio, dança, performance geral) - Tailândia/EUA
- Elizabeth Sun (percussão, vocal de apoio, dança, performance geral) - China/Escócia
- Pedro Erazo (percussão) - Equador
É so vendo pra entender.