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| James Dean e seu Pequeno Bastardo |
sábado, 26 de fevereiro de 2011
A maldição de James Dean e seu Pequeno Bastardo
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Deep Purple
Capa do Album “The Battle Rages On” de 1993
Hoje vamos falar sobre uma das bandas do hard rock que certamente marcou época: a banda inglesa Deep Purple, que tem muitas canções famosas e conhecidas, dentre elas Smoke on The Water, Might Just Take Your Life, Hush, Hey Joe, Perfect Strangers, Black Night, Highway Star, Burn, Child In Time, dentre várias outras.
O nome da banda veio da música predileta da avó do guitarrista Ritchie Blackmore, e a banda lançou seu primeiro álbum em Setembro de 1968 (mesmo mês da formação do Led Zeppelin) – Shades of Deep Purple, que continha regravações de algumas músicas já conhecidas como Help dos Beatles, e a citada anteriormente Hey Joe, de autoria incerta. O sucesso deste primeiro álbum foi tamanho (principalmente devido a faixa Hush) que em dezembro do mesmo ano a banda lançava o segundo disco: The Book of Taliesyn, e acompanharam o Cream de Eric Clapton e companhia em uma turnê pela América. Uma das descobertas do grupo em relação ao seu sucesso é que o nome da banda também era o nome de uma droga que era conhecida principalmente nos Estados Unidos, sendo feita esta associação pelos norte-americanos então.
Em 1969, Blackmore e Jon Lord (então tecladista) estavam preocupados com o futuro da música do Deep Purple. Eles queriam iniciar experimentos com mais efeitos tanto como no teclado quanto na guitarra, mas parecia que o então vocalista, Rod Evans, não acompanharia estas mudanças. Foi aí que entrou Ian Gillan, o mais duradouro dos quatro vocalistas que fizeram parte do Purple durante suas várias formações – além de Evans e do próprio Gillan, ainda temos David Coverdale – que em 1977 fundou o Whitesnake – e Joe Lynn Turner. Das oito formações diferentes do Deep Purple, Ian Gillan esteve presente em 4 delas mais a formação atual, em segundo Coverdale com duas e Evans e Turner com uma cada.
Voltando ao assunto, Ian Gillan entrou para o Deep Purple após uma apresentação que fez e que foi assistida por Blackmore e Lord. Após fazerem um teste com Gillan, a banda passou a ter, digamos, dupla personalidade. Durante o dia tocava com a sua formação original (que era composta por Blackmore, Lord, Evans, Nick Simper – Baixista e Ian Paice – Baterista) e a noite com a segunda formação (que no lugar de Evans e Simper tinha Gillan e Roger Glover – Baixista que era amigo de Gillan e que foi convidado para o tal teste), porém sem que os elementos da primeira formação soubessem da real situação.
A nova formação do Deep Purple talvez tenha sido a que mais ficou conhecida e famosa. No dia 24 de Setembro de 1969, a banda tocou pela primeira vez Child In Time que mostrou a nova face da segunda fase. O primeiro álbum desta formação, o Deep Purple In Rock, foi lançado em Abril de 1970. Este álbum além de ter Child In Time, ainda possuía Black Night em algumas versões, outra música muito conhecida da banda. Vendeu estimadamente algo em torno de 600.000 cópias. 500.000 só nos Estados Unidos.
O segundo álbum da formação Mk II, o Fireball, lançado em Julho de 1971 nos Estados Unidos e no Canada e em Setembro do mesmo ano na Inglaterra e no resto da Europa. Este novo álbum, além de mostrar um Purple mais definido e experimental, introduziu os duelos de voz e guitarra de Gillan e Blackmore – como se vê em versões de Strange Kind of Woman. Só nos EUA vendeu mais de 500.000 cópias.
O próximo disco do Deep Purple talvez é o que tem a história mais pitoresca. A começar pelo fato de que os integrantes queriam gravar um disco baseado em improvisações de palco, sem trabalhar com tanta técnica em cima das faixas. Highway Star e Lazy são resultado disto. Em Dezembro de 1971, a banda encontrou o lugar perfeito para gravar o disco: Montreux, Suíça. O local mais apropriado seria um cassino que existia lá. Porém, o palco ainda não podia ser usado pelo Purple – havia uma apresentação de Frank Zappa para ser terminada e então eles resolveram ir assistir ao show. Mas, lá pelas tantas, alguém colocou fogo no local (hum, acho que sei de que música está falando). Impressionantemente, a calma para sair do local era tanta que Glover afirma ter tido tempo de poder dar uma olhada no sintetizador que Zappa estava usando na ocasião.
O Purple então foi levado até o Grande Hotel de Montreux (que ficava fechado durante o inverno). Eles então colocaram a unidade móvel de gravação dos Rolling Stones do lado de fora do Hotel e foram puxando fios, cabos e toda a parafernália para dentro do hotel, onde foram gravadas as músicas do album Machine Head.
Sobre a faixa, nem precisava dizer que se trata de Smoke On The Water, que traz na letra a narrativa completa dos acontecimentos. Acontece que Blackmore havia criado um riff que ainda não tinha sido usado em nenhuma música. Eles estavam reunidos num bar, e Glover escreveu o nome então num guardanapo, fazendo uma referencia a uma fotografia que tinha saído no jornal local – Fumaça Sobre A Água, em português – e ficou decidido que a letra seria sobre os acontecimentos daquele dia. Gillan até chegou a dizer para Glover: "não vai rolar; parece nome de música sobre drogas, mas nós somos uma banda que bebe".
Em 1972 a fase dois do Deep Purple começou a se diluir. A banda gravou Made In Japan e Who Do We Think We Are. Porém, as coisas começaram a ficar pretas, e a relação entre Blackmore e Gillan já não era das melhores. Resultado: Gillan pediu a demissão da banda e deu o prazo até 73 para os empresários decidirem o que seria feito. A coisa foi andando para trás na segunda viagem ao Japão, quando, depois da apresentação (que teve direito aos parabéns para você no teclado – era aniversário de Paice), Gillan disse que aquele era o último show da banda – e não cantou um verso da Smoke On The Water – “no matter what we get out of this” – não importa o que nos possamos tirar disso – dando a entender que não tinha mais o que se fazer no Deep Purple.
A fase mk. III do Deep Purple começou a ser organizada em 1973. Primeiramente, Blackmore e Lord conseguiram trazer o contrabaixista Glenn Hughes, que atuava no Trapeze. Além de tocar baixo, Hughes ainda cantava, mas, a banda estava decidida a ter dois vocalistas e então decidiu recrutar um vocalista. Segundo o que se conta, o Deep Purple recebia muitas fitas e anúncios de gente querendo participar da banda, até que um dia eles viram a fita de um certo David Coverdale, e, após um teste (que durou seis horas, por volta de Agosto) com algumas músicas, resolveram que ele seria o novo vocalista. Coverdale tinha então 21 anos, era meio gordo e não tinha muitos aspectos para ser o vocalista de uma banda como o Purple. Mas, como diz Tex Willer, não há mal sem remédio, e os empresários da banda trataram de resolver isso: Coverdale tomou alguns medicamentos para melhorar sua aparência.
No dia 9 de Setembro, a banda reuniu-se no castelo de Clearwell por duas semanas, com a finalidade de compor novo material. Coverdale escreveu quatro versões diferentes da música Burn – um grande sucesso do Purple. A gravação foi feita em Montreux novamente, com a mesma unidade móvel de gravação, porém, o álbum de mesmo nome da música citada acima foi lançado só em 74. A nova formação tinha novos métodos de música, mas ainda sim era o Deep Purple que tocava. As atuações dos dois vocais e da guitarra veloz e técnica de Blackmore mostram muito disso.
Ainda em 74, o Deep Purple liderou junto com o Black Sabbath o show California Jam – os vídeos são deste show. Blackmore na ocasião estava meio mau humorado por ter que começar a tocar antes de escurecer e ainda mais cheio de câmeras ao seu redor, resultou na atuação explosiva da banda: O guitarrista gerou 8 mil dólares de prejuízo, dentre amplificadores, guitarras e uma câmera, todos inutilizados. Você pode acompanhar isso em um dos vídeos deste post.
Esta formação durou pouco mais de um ano. Blackmore seria o próximo a cair fora, em 75. Ele já tinha até uma banda pronta para atuar, o Rainbow, e o restante do Purple agora tinha um abacaxi para descascar: Precisava-se de um guitarrista que fosse tão bom e competente quanto Blackmore, e que pudesse ter o mesmo senso criativo que ele.
Aí, com a entrada do primeiro norte americano na banda, Tommy Bolin, para ser guitarrista, foi o começo do fim do Deep Purple. A situação desandou de tal forma que em certos shows, Bolin estava tão drogado que não conseguia tocar, devido ao fato de estar com os braços amortecidos de tanta droga. Já era o segundo guitarrista que ele substituia, mas parece que ele não sabia lidar com isso. Apenas um álbum foi gravado – Come Taste the Band, que até vendeu bem, sendo o único registro de estúdio do guitarrista.
Em Liverpool, 5 de Março de 1976, o Deep Purple estava acabado: Ao final do Show, Coverdale foi falar com Lord que não tinha mais como continuar um Deep Purple, sendo rebatido pelo tecladista que disse que não havia mais um Deep Purple para continuar. Tommy Bolin morreu após uma apresentação, de overdose, alguns meses depois. O Deep Purple ficou estacionado por 8 anos.
Mas, em 1984, uma coisa memorável aconteceria: Era anunciada a reunião do Deep Purple com a sua formação de mais sucesso, a mk.II. O primeiro álbum a ser lançado foi o Perfect Strangers, seguido pelo Nobody Perfect (ao vivo) e The House of The Blue Light – este último não tendo agradado muito. Aí Gillan saiu de novo, e Joe Lynn Turner (que inclusive era pra ter feito uma apresentação aqui em Pato Branco há alguns meses) entrou de vocal – Ele participou do primeiro show do Deep Purple no Brasil. O album The Battle Rages On começou a ser escrito com a sua participação, mas ele foi mandado embora para que Gillan retornasse.
Aí em 1993 o album é lançado e Blackmore vai sair de novo, devido ter desavenças freqüentes com o resto da banda. Aí entrou o conhecido Joe Satriani, mas só para dizer que o Deep Purple não estava sem guitarrista (mais uma vez). Ele saiu dias depois e em seu lugar, entrou Steve Morse, que permanece até hoje. Com a nova formação, é lançado Purpendicularz que retornou com a grande presença dos duelos de guitarra e teclado e mais tarde o Abandon – em 1998. Jon Lord decide sair por causa da sua idade, e Don Airey entra no seu lugar. Don Airey já havia tocado teclado em várias bandas de hard rock – dentre elas o Rainbow (do Blackmore) e o Whitesnake (do Coverdale). Os dois últimos álbuns do Purple foram Bananas em 2003 e Rapture of the Deep em 2005.
Burn – California Jam – 6 de Abril de 1974
Blackmore tinha o costume de testar a resistência e a aerodinâmica das Stratocaster…ao vivo!
O Deep Purple se reuniu já nove vezes no Brasil. A ultima vez foi ano passado, entre os dias dois e sete de março, que passou em Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC) e São Paulo (SP). Essa é a história do Deep Purple, uma das bandas que mais influencia o rock and roll, o hard rock e o heavy metal (que prestam) até hoje.
domingo, 4 de julho de 2010
História do Rock - Parte 1
Há uma discussão entre qual tenha sido a primeira musica de rock lançada, mas a que é considerada hoje é “Rocket 88”, creditada a Jackie Brenston e os Delta Cats, mas gravada por Ike Turner e sua banda The Kings of Rhythm.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Ozzy Osbourne: A Estátua de Cera Viva
John “Ozzy” Osbourne, 61 anos de idade, certamente tem muitas histórias para contar. O primeiro e mais influente vocalista do Black Sabbath, já comeu até morcego em um show, já cantou com um balde na cabeça em 99 quando foi gravado o DVD The Last Supper (Com dois “pês” mesmo), dentre outras façanhas que só ele, considerado por muitos o melhor vocalista de rock que já existiu, poderia fazer.
Mas, ontem, dia 27 de Maio de 2010, Ozzy mais uma vez adicionou uma história à sua história. Para promover o novo álbum que será lançado no próximo dia 22, The Scream, ele foi até um museu de cera em Nova York, o Madame Tussaud e se fingiu de boneco de cera. Aí você já imagina no que deu: Muitos sustos e risos. Imagine você na situação: “Caramba! Uma estatua de cera do Ozzy, que massa! (Pede pra alguém tirar uma foto) Hey, you, can take a picture for me, please? – Oh, of course. Give me de Cam.” Aí você senta do lado da estátua e de repente ela se vira pra você e “AHHHH!” ou senão um simples e simpático “Hello!” de uma estátua. Confira abaixo a gravação:
Como ele mesmo disse, Let Me Hear You Scream
“The Scream” é o 10° álbum de Ozzy depois que ele saiu do Black Sabbath, para dar lugar à Ronnie James Dio (Esse que faleceu há alguns dias). Seu último trabalho foi o álbum Black Rain de 2007. Agora, lhe pergunto: Existe alguma forma mais assustadora e eficiente de se divulgar um álbum de música?
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Paul Gilbert – Technical Difficulties
Paul Brandon Gilbert, estadunidense, nascido em 1966 é um conhecido guitarrista da atualidade. Ele tocou na década de 80 no Racer X e depois do Mr. Big até 1996. Gilbert ganhou uma guitarra e um amplificador quando era pequeno, e daí surgiu seu interesse pelos gêneros do rock. A partir daí ele já começou a ouvir bandas como Aerosmith, Kiss, Black Sabbath, Heart e Led Zeppelin.
O que realmente influenciou seu estilo musical foram duas bandas: Van Halen (dispensa apresentações) e Ozzy Osbourne com Randy Rhoads como seu guitarrista.
Então, ontem, aqui estava eu à ouvir Deep Purple umas dez da noite quando o Thiago, um grande amigo de toda a equipe do Blog me passou um vídeo do Paul Gilbert, aí resolvi assistir. Bom, confiram vocês também:
Paul Gilbert – Technical Difficulties
terça-feira, 27 de abril de 2010
Jambalaya
Hoje vou falar da música. Ela foi gravada por Hank William, um cantor country americano, lançada em 1952, e ganhando vários prêmios. Ela foi regravada varias vezes por muitos artistas e bandas.
Ai vai a música original:
domingo, 25 de abril de 2010
Animais Estranhos
sábado, 24 de abril de 2010
Telescópio Hubble completa 20 anos
Descoberta em 1780 pelo astrônomo Pierre Méchain, M74 está localizada a 32 milhões de anos-luz na direção da constelação de Peixes e é formada por aproximadamente 100 bilhões de estrelas, sendo ligeiramente menor que a Via-Láctea.
Em março de 2005, cientistas anunciaram a existência de um possível buraco negro de massa 10 mil vezes maior que nosso Sol em seu interior. Apesar de existirem diversas imagens dessa galáxia, a cena captada pelo Hubble é uma das mais belas e detalhadas.
Registrada pelo telescópio Hubble em fevereiro de 2007, a cena ao lado mostra uma intrincada e maravilhosa coreografia espacial executada pelo par de galáxias ARP 87, distantes a mais de 300 milhões de anos-luz, na constelação de Leão.
Estrelas, gás e poeira proveniente da grande galáxia espiral NGC 3808, à direita, parecem formar um gigantesco braço celestial que envolve por completo sua companheira menor, NGC 3808A, à esquerda. A colossal força gravitacional envolvida é nítida e distorce até mesmo o típico formato das galáxias.
Entre os dias 16 e 22 de julho de 1994, mais de 20 fragmentos do cometa Shoemaker-Levy 9 colidiram com o planeta Júpiter. O violento impacto foi acompanhado por centenas de observadores ao redor do mundo e diversas imagens foram registradas, tanto por astrônomos amadores como profissionais, mas nenhuma se compara a esta, feita pelo telescópio Hubble.
A imagem apresenta nitidez impressionante e revela as enormes cicatrizes deixadas pelos impactos do cometa sobre o hemisfério sul do gigante gasoso. Os impactos resultaram em diversas cicatrizes negras na atmosfera joviana, além de elevarem colunas de gás a milhares de quilômetros de altitude e formarem bolhas de gás de centenas de graus Celsius.
Estima-se que os fragmentos tinham aproximadamente 2 quilômetros de diâmetro e atingiram o planeta a 60 km/seg.
Berçário de Estrelas NGC 604Descoberta em 1784 por William Herschel, a nebulosa abriga em seu interior mais de 300 estrelas quentes com massa 15 a 60 vezes maiores que nosso Sol e se localiza a 2.7 milhões de anos-luz da Terra, na borda da galáxia espiral M33, direção da constelação do Triângulo.
A cena apresentada foi registrada em janeiro de 1995 através da Câmera Planetária de Campo Largo. Foram realizadas diversas exposições em diversos comprimentos de onda, com o propósito de estudar as propriedades dos gases ionizados que atingem mais de 10 mil graus Celsius. O estudo dessas imagens permitiu aos cientistas esclarecerem os diversos pontos referentes à formação e evolução do meio interestelar.
Quem olha o planeta Saturno pela primeira vez ao telescópio, facilmente se encanta. Saturno se parece com uma delicada miniatura planetária, com pequenos anéis que mais parecem uma pequena jóia feita por um artista. Mas ao olharmos a foto feita pelo telescópio espacial Hubble o belo planeta gasoso deixa de ser uma miniatura admirável para se tornar um gigante imponente.
Saturno é o sexto planeta do Sistema Solar e o segundo maior em tamanho. Seu gigantesco sistema de anéis tem aproximadamente 274 mil quilômetros de diâmetro, mas sua espessura não passa de 1.5 quilômetro.
A cena captada pelo telescópio Hubble é uma das mais belas já feitas dos planetas do Sistema Solar e a riqueza de detalhes dá a impressão de que a cena não é apenas uma foto, mas uma pintura feita para admirar.
V838 Monocerotis é uma gigantesca estrela variável localizada a mais de 20 mil anos-luz da Terra na constelação do Unicórnio, ou Monoceros. Em outubro de 2002 os cientistas testemunharam um forte e repentino aumento em seu brilho, que transformou a estrela no objeto mais luminoso da Galáxia. Os eventos registrados foram únicos, com surgimentos de intensos picos luminosos com velocidade de expansão incomum, seguido de súbitos apagões.
No início os pesquisadores pensaram que o aumento de brilho era o resultado de uma explosão comum de uma estrela em estado de supernova, mas hoje praticamente todos concordam que o evento foi totalmente diferente, com algumas teorias apontando para a fusão de duas estrelas ou até mesmo que V838 Monocerotis tenha engolido os planetas gigantes que a orbitavam.
A imagem captada pelo telescópio espacial Hubble mostra com clareza os ecos da explosão. Na cena a luz é refletida pela poeira estelar, emoldurada por espirais e redemoinhos provocados por poderosos campos magnéticos.
Provavelmente essa seja a mais impressionante imagem captada pelo telescópio espacial Hubble. A cena retrata parte da Nebulosa da Águia, M16, e basta olhar para ela para entender porque recebeu o nome de Pilares da Criação. Um simples olhar é o suficiente para impressionar até mesmo os mais leigos.
A foto retrata gigantescas estruturas em forma de colunas formadas por hidrogênio interestelar e poeira, responsáveis pelo nascimento das novas estrelas do Universo.
Registrados em 1995, os três pilares de poeira cósmica constituem a imagem mais emblemática captada pelo Telescópio Hubble, mas os pesquisadores acreditam que o ícone não exista mais. Uma violenta explosão de uma supernova, ocorrido há 8 mil anos, emitiu uma poderosa onda de choque que provavelmente desmoronou os pilares. A violenta explosão chegou à Terra há 2 mil anos e possivelmente foi vista pelos habitantes daquela época como um forte clarão naquela região do céu.
Um dos objetos mais observados pelos astrônomos, amadores ou profissionais, é sem dúvida a Nebulosa do Caranguejo, formada dos restos de uma supernova e localizada a 6500 anos-luz na constelação de Touro. A nebulosa foi observada pela primeira vez em 1731 pelo astrônomo John Bev e tem um diâmetro de 11 anos-luz, que se expande a 1500 quilômetros por segundo.
No centro da nebulosa se encontra o Pulsar do Caranguejo, uma pequena estrela rotatória de nêutrons que emite feixes eletromagnéticos a razão de 30.2 pulsos por segundo, que se propagam desde os raios gamma até o espectro de radiofrequência. Estima-se que seu diâmetro atual seja de apenas 30 quilômetros.
Foi a Pulsar do Caranguejo que explodiu e se transformou em uma supernova. O evento foi observado por astrônomos árabes e chineses no ano de 1054, que relataram que o brilho era tão intenso que podia ser visto até mesmo durante o dia.
Outro objeto muito "caçado" pelos observadores noturnos é a famosa galáxia do Sombrero, aqui retratada em grande estilo pelo telescópio espacial Hubble. Olhando a imagem nem é necessário dizer por a galáxia recebeu esse nome.
Distante cerca de 30 milhões de anos-luz da Terra na direção da constelação de Virgem, a galáxia do Sombrero, ou M104, é formada por um proeminente disco de partículas e gás e uma gigantesca e brilhante protuberância central.
Em 1990, utilizando imagens do Telescópio Hubble, um grupo de pesquisadores demonstrou que era impossível manter a velocidade de rotação das estrelas em sua área central, a menos que uma gigantesca massa 1 bilhão maior que o Sol estivesse presente em seu centro, concluindo então pela existência de um dos maiores buracos negros já descobertos.
A primeira vista a imagem ao lado se parece com uma montagem, onde se vê diversas galáxias, estrelas e objetos distantes. Mas a cena é bem mais que isso. Ela retrata uma pequena região na constelação Fornax e é a mais profunda imagem do Universo jamais visto no espectro visível. A cena contém aproximadamente 10 mil galáxias vistas em um espaço de apenas um décimo daquele ocupado pela Lua Cheia.
A cena levou quatro meses para ser feita, entre setembro de 2003 e janeiro de 2004, e mostra objetos localizados há mais de 13 bilhões de anos-luz. O objeto mais tênue registrado na imagem tem menos de 4 bilionésimos do brilho que podemos ver com nossos olhos e representam as primeiras estrelas criadas no Universo.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
100 pessoas que marcaram na história!
4 - Lenin
6 - Bill Clinton
9 - Bruce Lee
12 - Gengis Khan
13 - Napoleão Bonaparte
14 - Che Guevara
15 - Fidel Castro
21 - George Bush (Na cabeça do Bush parece ser o Osama, mas não esta numerado)
24 - Mandela
30 - Pelé
31 - Kublai Khan
47 - Marilyn Manroe
61 - Adolf Hitler
62 - Mussolini
63 - Saddam Hussein
69 - Stalin
70 - Arquimedes
75 - Charlie Chaplin
88 - Michael Jordan
96 - Albert Einstein
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Guri de Uruguaiana
Música Gaúcha Original
Thriller - Michael Jackson
Help - The Beatles
terça-feira, 30 de março de 2010
Conversão Mal sucedida
Fui buscar a maior imagem do mundo - achando que entrei pro GWR (Guinness World Records) -, peguei informações sobre a imagem:
terça-feira, 2 de março de 2010
It Might Get Loud
O filme-documentário It Might Get Loud – no Brasil A Todo Volume – é uma produção lançada em Agosto de 2009 e reúne três grandes e conhecidos guitarristas do Rock: Jimmy Page (Do Led Zeppelin), Jack White (Do The White Stripes) e The Edge (Do U2). Com quase uma hora e quarenta de duração, este vídeo mostra a história de cada um dos três, como eles chegaram ao mundo da música e quais foram os pontos mais decisivos na carreira deles.
Além disso, a melhor parte é ver todos reunidos em um grande galpão tocando músicas que um vai passando para o outro. É interessante notar a forma de cada um dos três tocar, bem como o estilo e o gosto musical destes guitarristas e compositores musicais. O documentário também mostra qual foi a primeira guitarra que eles tiveram, bem como no inicio é interessante notar as observações que são feitas sobre o instrumento em si, fica bem visível o que a guitarra significa para esses homens.
Da esquerda para a direita: Jack White, The Edge e Jimmy Page
Dirigido por Davis Guggenhein e tendo a colaboração de Page na produção, este é um excelente filme-documentário para quem gosta de música, e principalmente de Blues e Rock – e muito mais que isso, com certeza.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Skid Row
Slave To The Grind
Monkey Business
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Treo – O Cachorro Condecorado
Hoje enquanto estava no inicio de mais uma aula do curso de programação, estava vendo algumas notícias quando vi algo como “Cachorro É Condecorado na Grã-Bretanha” – não pude deixar de abrir. Após ler, resolvi postar aqui no blog sobre esse Labrador que recebeu esta medalha por uma ação que certamente salvou vidas no Afeganistão.
Treo encontrou uma cadeia de bombas conectadas utilizando vários explosivos. Foi este ato que lhe rendeu a Dickin Medal – uma condecoração criada no ano de 1943 por Maria Dickin. Maria foi a pioneira do que nos convém chamar de “Direito dos Animais”, e também fundou a PDSA – People’s Dispensary foi Sick Animals – na Inglaterra no ano de 1917. Essa instituição é mais ou menos uma “veterinária publica”.
Voltando ao assunto, Treo foi treinado por 5 anos pelo Sargento Dave Heyhoe. Ele também esteve presente na cerimônia de entrega da medalha ao seu amigo canino, que aconteceu no Museu de Guerra em Londres. Heyhoe disse sobre seu cão que “Todo mundo diz que ele é somente um cão que faz serviço militar. Sim, ele é, mas ele também é um grande amigo meu. Nós cuidamos um do outro”. Agora aposentado, Treo vive como um cachorro de estimação de uma família inglesa. Ele foi um dos 25 cachorros à serviço do Exército Britânico no Afeganistão.
A título de curiosidade, já foram registradas várias condecorações à animais. Sessenta e três animais já a receberam. Foram 26 cães, 32 Pombos-Correio, 3 cavalos e um gato. Vale lembrar que a Dickin Medal é equivalente a Victoria Cross, que é nada mais nada menos que a mais alta condecoração para os militares britânicos.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Perfume mais caro do Mundo!
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Blue Öyster Cult

A banda era composta por Les Bronstein (vocal), Donald Roeser (guitarra), Alan Lanier (teclados), Andy Winters (baixo), Albert Bouchard (bateria).
Don't Fear The Reaper
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Quem Compôs as Músicas de Guerra nas Estrelas?
Uma das coisas mais marcantes da saga de Star Wars sem dúvida é a trilha sonora, e dentro dela, são duas músicas que chamam muito atenção: A Marcha Imperial (The Imperial March) – o tema referente à Darth Vader e a outra é aquela que toca no começo, quando aparece a história rolando na tela.
Aí eu me perguntei, quem compôs estas músicas? Resolvi procurar um pouco, e rapidamente encontrei que o compositor das trilhas sonoras de todos os episódios de Star Wars, desde o lançamento do episódio IV (Uma Nova Esperança) até o ultimo a ser lançado, em 2005, o episódio III (A Vingança dos Sith), é o mesmo. O nome é John Williams.
Antes de entrar em detalhes, você provavelmente deve estar achando que é só estas duas músicas que tocam o filme todo. Mas vale lembrar que todos os outros trechos e as outras músicas foram de sua composição também.
Ao que parece, John Williams, maestro e compositor, norte-americano de Nova York, nascido em 1932, tem uma grande ficha envolvendo trilha sonora de filmes. Muitos deles você já ouviu falar: O Resgate do Soldado Ryan, Harry Potter (E a Pedra Filosofal, E a Câmara Secreta, E o Prisioneiro de Azkaban); A Lista de Schindler, Jurassic Park, além dos temas de Indiana Jones, Superman, A Batalha de Midway, Esqueceram de Mim(1 e 2), A.I. – Inteligência Artificial, Minority Report – A Nova Lei, dentre outros.
Apenas Walt Disney tem mais indicações à prêmios que Williams, que está com 77 anos de Idade. Premiado varias vezes, seu estilo de música é muito característico, e é isso que se percebe enquanto se ouve as músicas de sua autoria, como a Marcha Imperial.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Mike do Mosqueiro canta em Inglês
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Gogol Bordello

- Eugene Hütz (voz, violão, percussão) - Ucrânia
- Sergey Ryabtsev (violino, vocal de apoio) - Rússia
- Yuri Lemeshev (acordeão, vocal de apoio) - Rússia
- Oren Kaplan (guitarra, vocal de apoio) - Israel
- Thomas Gobena (baixo vocal de apoio) - Etiópia
- Eliot Ferguson (bateria, vocal de apoio) – Flórida (EUA)
- Pamela Jintana Racine (percussão, vocal de apoio, dança, performance geral) - Tailândia/EUA
- Elizabeth Sun (percussão, vocal de apoio, dança, performance geral) - China/Escócia
- Pedro Erazo (percussão) - Equador
É so vendo pra entender.





















